quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Há cura para um pobre coração despedaçado ?

Temos como colocar curativos e dar a ele algum analgésico para poder aliviar a dor ?

Podemos passar Super-Bond e deixá-lo como era antes de sofrer qualquer lesão?

Ou apenas temos que aceitar?

Devemos nos acomodar com esses amores não correspondidos? Esses tédios sufocantes? Essa falta de coragem ?

O comodismo nos torna escravos de um mundo muito cruel.

Um comentário:

Lily Quel disse...

Não é fácil agir assim, mas nunca se acomode, pois os que se acomodam correm o risco de viverem toda a sua vida sem sentir o gosto, o toque, o cheiro da felicidade. Ela sempre escorre pelos nossos dedos, mas depois que a sentimos uma vez não paramos de buscar senti-la novamente. Àqueles que nunca sentiram-na, que busquem sentir pela simples idéia de que é a melhor coisa que se pode experimentar na vida, e que deve ser a meta da existência de cada um. Portanto, não importa o que aconteça de ruim, qualquer coisa dolorosa, angustiante, torna um simples momento de felicidade a melhor coisa do mundo. Precisamos das experiências ruins para darmos valor às que realmente valeram a pena.

Mais uma vez um texto fodástico e bem reflexivo Felipe (Saiba que você foi o responsável para que eu continuasse pensando assim, pois ao perceber que existem pessoas que realmente se importam com a gente, é que respiramos fundo e buscamos meios para realizarmos a nossa meta existencial).