quarta-feira, 7 de abril de 2010

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s i m u l t a n e a m e n t e

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Não há pelo que rezar, apenas se lamentar, apenas sentar, chorar e olhar para os lados.
Tanta coisa acontecendo, muitos vivendo apenas por viver. Sentimos os mesmos velhos sentimentos, as mesmas tremedeiras nos pés.
Olhamos os noticiários e nos abalamos, e vamos para a balada e enchemos a cara, e assim nos anestesiamos.
Tudo é deixado de lado, quando devíamos nos importar ao MÁXIMO para poder mudar o MÍNIMO que seja das situações precárias.
Levantamos, andamos, comemos, suspiramos, sentimos, andamos, ANDAMOS e não chegamos a lugar nenhum, o mesmo tédio avassalador, as mesmas cobranças impostas para a hipócrita aceitação que no longo caminho da vida não significa nada.


Ps: Texto imbecil, longe de ser tudo que eu queria escrever. Mas da próxima vou comprar um espremedor de laranja para espremer tudo que aqui dentro ainda resta de mágoas, emoções e sei lá mais o que.


Peace

3 comentários:

Lily Quel disse...

Você não fez o máximo, mas digamos que esse texto tenha sido o mínimo, um começo dessa longa e infinita jornada, pois se andássemos e chegássemos a algum lugar, muitos já teriam parado de andar!! A caminhada precisa continuar!!!
Ótimo texto Felipe!

Paroxitonas disse...

É a essência Felipe.

Josy disse...

Ainda sou meio descrente dessa coisa de que beber anestesia alguém, mas... É a essência, recomeçar e recomeçar, sempre!
Torço por você, para que um dia faça o máximo.

Peace.